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Produção de ostras na Ria Formosa

A ostra gigante (Crassostrea gigas), oriunda do Japão, foi introduzida na Europa na década de 70 após o desaparecimento da ostra portuguesa (Crassostrea angulata), dizimada por várias doenças sucessivas. Graças ao seu crescimento rápido e capacidade de adaptação aos diferentes actividades de maior significado económico na medida em que são produzidas espécies de elevado valor económico, como a amêijoa boa e a ostra gigante, as quais representam respectivamente 90% e 26% da produção total nacional. Especial destaque merece o concelho de Olhão, na medida que possui 77% (963) dos viveiros existentes na região do Algarve (1256) e quase 79% dos registados na Ria Formosa.

A produção de ostras na Ria Formosa processa-se através do método de cultura em sobreelevação. As larvas de ostras, provenientes de diferentes centros de reprodução franceses, são colocadas em sacos de rede de malha pequena sobre mesas feitas de ferro ou plástico, designadas por “mesas ostreículas”.

À medida que as ostras crescem são mudadas para sacos de rede de malha mais larga para que a quantidade de água, rica em nutrientes, passe nas mesmas proporções por todos os organismos (as ostras alimentam-se através filtração da água). Regularmente os ostricultores dirigem-se aos viveiros para virar os sacos e chocalha-los de modo a evitar que as ostras se agarrem umas às outras.

A ostra atinge o seu peso comercial ao fim de 18 a 30 meses. O crescimento das ostras é praticamente contínuo ao longo do ano, embora este seja mais lento nos meses de Janeiro e Fevereiro, e mais rápido durante a Primavera e Outono. Este facto encontra-se relacionado, por um lado, com a hidroclimatologia costeira e, por outro, com o afloramento costeiro ou “upwelling” que ocorre predominantemente na Primavera e, ainda que em menor intensidade, no Outono promovendo um aumento de disponibilidade alimentar natural.

As ostras só podem ser criadas em locais que reúnam determinadas condições em termos de corrente, profundidade e de riqueza em alimento, sendo a Ria Formosa um lugar de eleição.

Diariamente cerca de 80% da água da Ria Formosa é renovada pelo sistema de marés, havendo uma entrada constante de oxigénio e nutrientes. As temperaturas mantêm-se relativamente elevadas, pois a Ria Formosa tem em média um profundidade de 3m.

Pesquisa: Sónia Manso

RTV- aECO Atividades Pedagógicas

 

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Associação irá realizar um documentário sobre o Contrabando no Rio Guadiana

A Associação para o Estudo e Conservação dos Oceanos irá realizar o documentário “Contrabando no Rio” a realizar no final do ano entre Vila Real de Santo António e o Mértola. Este documentário pretende dar a conhecer as atividades ilegais e a sua importância para Portugal e Espanha.

“O contrabando mais vulgar era o de subsistência, com o qual o contrabandista apenas queria ganhar algum dinheiro para suprir as necessidades básicas da família. 
O contrabando foi uma actividade importante em ambos os lados do Rio, nesta região de agricultura pobre. O café português e o açúcar eram muito apreciados em Espanha de onde, por sua vez, chegava bombazina, calçado, conhaque, miolo de amêndoa e perfumes.”

In “Baixo Guadiana, Caminhos do Património”, Odiana, 2004

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